Fiquei simplesmente maravilhado do devocional de hoje. É esse tipo de comunidade que acreditamos e sonhamos. Por favor não viram as costas a esta oportunidade! Sem sua participação outros não podem subsistir!
Sermonbox
„Ich versichere euch: Wenn euer Vertrauen nur so groß wäre wie ein Senfkorn, könntet ihr zu diesem Berg sagen: ‚Rück weg von hier nach dort!‘ Und er wird wegrücken. Nichts wird euch unmöglich sein.“ Matheus 17.20
Jesus war kein Versicherungsvertreter:
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machte hier auch keinen Aufruf zur Frömmigkeit aufgrund einer Religionszugehörigkeit,
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hat aber mit großer Sicherheit eine Verheißung verkündigt die über den Volksglauben hinaus ging
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und an das Vertrauen in Gott in Form von Zuversicht, Verlässlichkeit und Optimismus, mit der Chance auf Veränderung, appelliert.
Wie kann das gehen?
Gefühlsmäßig müssen wir uns in die richtige Stimmung bringen.
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Prädisposition
Sachlich gesehen würde ich sagen, müssen wir die richtige Haltung einnehmen.
Der Glaube hängt nicht von den Umständen ab, oder den Eindrücken und Gefühlen, sondern macht sich an dem fest was bei Gott möglich ist oder es als Ziel zu erreichen gilt.
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Beispiel: Schiff sicher in den Hafen bringen -> Leuchtturm
Um welchen Glauben handelt es sich?
Denn jeder, der aus Gott geboren ist, siegt über die Welt; er besiegt sie durch den Glauben. Aber wer würde denn die Welt besiegen können, wenn nicht der, der glaubt, dass Jesus der Sohn Gottes ist. (1 Johannes 5.5)
Werft dieses Vertrauen auf den Herrn, das einmal so reich belohnt werden soll, doch jetzt nicht weg! Was ihr braucht, ist Standhaftigkeit. Denn wenn ihr weiterhin nach Gottes Willen handelt, werdet ihr alles bekommen, was er euch zugesagt hat. (Heb 10.35-36)
Mit was sind die Berge gemeint?
Das Senfkorn ist der kleinste Same den es gibt im Orient, und obwohl er mit dem bloßen Auge kaum wahrgenommen werden kann, wächst aus ihm ein Baum der Früchte trägt.
Was will Jesus damit sagen?
Unsere Stärke hängt nicht davon ab was man äußerlich sieht sondern was in uns steckt.
Ganz egal, wie, wer oder was wir sind, wenn wir am Vertrauen auf Gott festhalten, werden wir früher oder später „Berge versetzen“.
Gegebener maßen sind es die Umstände unter denen wir zu leiden haben!
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das können Sorgen, Krankheiten, Angst oder Einsamkeit sein,
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Arbeitslosigkeit, finanzielle Probleme oder Sorgen um die eigene Existenz,
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aber auch die Sünde oder ein zu sorgloser Umgang mit Dingen des Lebens.
„O komm, du Geist der Wahrheit und kehre bei uns ein, verbreite Licht und Klarheit, verbanne Trug und Schein. Gieß aus dein heiliges Feuer, rühr Herz und Lippen an, dass jeglicher Getreuer den Herrn bekennen kann.“ (Philipp Spitta 1801 – 1859)
Das Senfkorn ist äußerst widerstandsfähig und Zeigt uns damit auch, das alles seine Zeit brauch und das Vertrauen in Gottes Handeln auch Geduld beinhaltet.
Auch wenn es sich lange in der Erde befindet, kann es warten, ohne zerstört zu werden. Wenn dann das Wasser kommt und der Boden so beschaffen ist, dass es sprießen kann wird aus ihm ein Baum.
Mit anderen Worten: „So wie ein Senfkorn nicht verdirbt vergeht der Glaube nicht bis Gott die Umstände schenkt, die es möglich machen Wachstum und Veränderung zu schenken.
Wenn es spießt, dann spießt es so schnell, dass die Pflanze schon nach einem Jahr bis zu 2 Meter hoch sein kann.“
Dabei kommt mir der Chorus von Christine Morgenstern (1985), in Anlehnung an den 121 Psalm in den Sinn:
„Unsere Hilfe kommt von dem Herrn, der Himmel und Erde gemacht.
Er ist der Hüter seines Volkes der niemals schläft weil er wacht.
Wunderbar ist´s der Güte des Herrn sich anzuvertrauen und seine Wunder zu Schauen.“
Interview und Missionspredigt in der Arche Alstertal Hamburg.
Mach dir die Freude reinzuhören und lass sich von Gott inspirieren.
Es war ein gesegneter Dienst und wir hatten viel Freude an der Begegnung mit den Geschwistern in der Arche Alstertal.
O tempo festivo da Páscoa tem algo a ver com o sofrimento, mas também com a paixão de Deus para os seres homens.
„Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos trás a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.“ (Isaías 53.5)
Nós todos sofremos, mas um sofreu por ti e por mim. Incrível mas real. Jesus sacrificou sua vida para que possamos viver. Ele levou sobre si os pecados do mundo inteiro, (Isaías 53.12) embora todos nós somos culpados. A questão não é se nos tornamos culpados ou não, mas o que fazemos com as nossas transgressões, para onde levamos a nossas culpas.
Páscoa é esperança. Mesmo que não tenha sido agradável para Jesus, ele teve de ir ao Calvário, a cruz, para que nós possamos viver aqui e agora desta revelação.
Páscoa significa paixão, tal como Paulo declarou nos versículos 38 e 39 em Romanos 8.
„Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem alturas, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.“
„Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele.“ (1 João 4.9)
Mesmo que nós não compreendemos esse amor, podemos, no entanto, experimentar e perceber este amor em cada dia da nossa vida.
Como lidar com este amor?
Uma das maiores falhas da humanidade é a sede de amor, mas por outro lado não percebem o verdadeiro amor de Deus.
Isso tem algo a ver com o pecado, a desobediência e a obstinação da natureza humana.
Admitindo o amor de Deus muitas coisas podem ser saradas, mas ele traz também mudanças radicais e tira-me da minha zona de conforto e da minha pena de mim mesmo.
A coisa mais importante na pascoa, juntamente com a morte de Jesus, e claro, a sua ressurreição. A maioria das religiões ensina a imortalidade, mas apenas o cristianismo ensina a ressurreição. (1 Ts 4.14)
Para grande parte das pessoas Jesus ainda está morto, e em Portugal estão a fazer muito para a Sexta-feira Santa, mas pouco se lembra da ressurreição. Talvez existe em outros países um feriado na segunda-feira, para celebrar melhor a ressurreição de Jesus.
Os anjos disseram as mulheres no túmulo: „Por que buscais ao que está vivo entre os mortos? Ele não está aqui.“ (Lucas 24.5-6)
E ainda hoje, no século 21, o homem está a busca de Deus. A busca de paz, reconhecimento, amizade e verdadeira felicidade. As mulheres no túmulo de Jesus tinham de ser lembradas do que ele disse sobre a sua ressurreição. Pois, o ser humano é assim. Deus tem de nos lembrar que ele nos ama, pagou o preço pelos nosso pecados e se importa, ao contrário da opinião comum, com cada um de nós.
Paulo escreveu em Romanos 5.5 que: „o amor de Deus é derramado em nossos corações e nunca falha.“
Ao contrário, o amor de Deus desperta uma paixão como no coração dos dois discípulos que Jesus acompanhou na estrada para Emaús.
„Porventura não ardia o coração, quando ele pelo caminho nos falava, quando nos abriu o sentido das escrituras?“ (Lucas 24.32) Esse zelo desejo-nos todos os dias.
Mesmo se existe alguma dor ou uma enfermidade no nosso corpo, se cuidados e problemas quotidianos determinam a nossa vida, se há conflitos no trabalho ou em casa com o marido ou a mulher, se os amigos nos abandonam, o amor de Deus nunca falhará e é o garante para uma vida abundante e com sentido no meio das provações.
0 patriarca Job, cujos filhos morreram tragicamente num único dia, perguntou: „Morrendo o homem, porventura tornar a viver? Todas os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança“ (Job 14:14). Perguntamos isto quando a morte reclama algum que amamos. Então Deus deu a Job, e a nós, uma resposta que seca as nossas lágrimas, cura os nossos corações partidos e nos foca em algo maior do que esta vida temporal com todos 05 seus problemas: Porque eu sei que 0 meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda na minha carne verei a Deus, vé-Io-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros contemplarão; e por isso os meus rins se consomem no meu interior“ (Job 19:25-27). Da próxima vez que vir uma borboleta a voar, pare e lembre-se: „Este e o meu futuro!“Independentemente de como veste o seu corpo, no seu melhor ele será sempre uma lagarta. Mas quando emerge do casulo da morte e se eleva para conhecer o Senhor nos ares, levará a Sua beleza e a Sua imagem, „Porque o mesmo Senhor descer do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficamos vivos, serremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto consolai-vos uns aos outros com estas palavras“ (1 Tessalonicenses 4:16-18)
(A Palavra para hoje de 31.3.13)
Pascoa é algo especial, que vai além dos restos mortais, e o amor de Deus dura por toda eternidade. Neste sentido desejo a todos uma Páscoa pessoal, um encontro com a dedicação e paixão de Deus para nós seres humanos.
Ostern hat etwas mit Leiden zu tun, aber auch mit der Leidenschaft Gottes zu uns Menschen.
„Doch man hat ihn durchbohrt wegen unserer Schuld, ihn wegen unserer Sünden gequält. Für unseren Frieden ertrug er den Schmerz, und wir sind durch seine Striemen geheilt.“ (Jesaja 53.5)
Wir alle Leiden, aber einer hat für dich und mich gelitten. Unglaublich aber wahr. Jesus hat sein Leben geopfert damit wir leben können.
Schuld haftet uns alle an. Und die Frage ist nicht ob wir schuldig geworden sind oder nicht, sondern was wir mit unseren Verfehlungen anfangen.
Ostern ist Hoffnung, auch wenn es für Jeus nicht gut aussah, er den Leidensweg gehen musste, dürfen wir hier und heute aus dieser Offenbarung leben.
Ostern bedeutet auch Leidenschaft, so wie Paulus in Römer 8 Vers 38 und 39
verkündigt hat.
„Denn ich bin überzeugt: Weder Tod noch Leben, weder Engel noch andere Mächte, weder Gegenwärtiges noch Zukünftiges, weder hohe Kräfte noch tiefe Gewalten – nichts in der ganzen Schöpfung kann uns von der Liebe Gottes trennen, die uns verbürgt ist in Jesus Christus, unserem Herrn.“
„Gottes Liebe zu uns ist darin sichtbar geworden, dass er seinen einzigen Sohn in die Welt sandte, um uns in ihm das Leben zu geben.“ (1 Johannes 4.9)
Auch wenn wir diese Liebe nicht immer verstehen, können wir sie doch erfahren, und täglich in unserem Leben wahrnehmen.
Wie gehen wir mit dieser Liebe um? Eines der größten Mankos der Menschheit ist es, nach Liebe zu lechzen, aber die wahre Liebe oft nicht wahrzunehmen. Das hat etwas mit der Sünde, dem Ungehorsam und der Eigensinnigkeit des Menschen zu tun.
Lasse ich mich auf Gottes Liebe ein, kann das vieles heilen, bringt aber auch radikale Veränderungen mit sich, die mich aus meiner Komfort-Zone, aus meinem Selbstmitleid herausholen.
Das wichtigste an Ostern ist neben Jesu Tod natürlich seine Auferstehung. Für viel ist Jesus immer noch Tod, und in Portugal tut man viel um den Karfreitag erinnert sich aber wenig an den Auferstehungstag. Vielleicht haben wir in Deutschland deshalb noch einen Feiertag am Montag um auch die Auferstehung ausgiebig zu feiern.
Die Engel am Grab sagten zu den Frauen: „Was sucht ihr den Lebendigen bei den Toten? Er ist nicht hier.“ (Lukas 24.5-6)
Der Mensch ist auch heute, im 21 Jahrhundert auf der Suche. Sucht nach Frieden, Anerkennung, Freundschaft und wahrem Glück. Die Frauen am Grab Jesu mussten erst daran erinnert werden, was er zu ihnen über seine Auferstehung gesagt hat. Ja so sind wir Menschen. Gott muss uns erst daran erinnern, dass er noch da ist. Das er uns liebt, für unsere Fehler gerade steht, du ihm nicht egal bist und es ihm nicht ausmachte für dich und mich zu leiden.
Paulus schreibt in Römer 5 Vers 5, dass: „die Liebe Gottes in unseren Herzen wohnt und uns niemals enttäuscht.“ Im Gegenteil, sie weckt eine Leidenschaft wie die zweier Jünger die Jesus nach seiner Auferstehung auf dem Weg nach Emmaus begleitete. „Brannte nicht unser Herz, als er unterwegs mit uns sprach und uns den Sinn der Schrift aufschloss?“ (Lukas 24.32) Dieses Brennen wünsche ich uns jeden Tag.
Egal ob Krankheiten oder Schmerzen unseren Körper belasten, ob Sorgen und Probleme unseren Alltag bestimmen, ob es am Arbeitsplatz oder in der Beziehung nicht mehr so läuft, ob unsere Freunde uns verlassen, Gottes Liebe ist der Garant für ein erfülltes Leben trotz oder gerade wegen mancher Widrigkeiten.
Das Osterfest ist schon etwas besonderes, geht es vorbei bleibt die doch Liebe Gottes bis in alle Ewigkeit. In diesem Sinne wünsche ich jedem ein persönliches Ostern, eine Begegnung mit dieser Hingabe und Passion Gottes an uns Menschen.
1. Intro: Eine Frage der Einstellung
Ich möchte uns heute nicht einen Vortrag über Missiologie oder das warum und wieso in der Missionsarbeit halten, dafür haben wir hier genug Experten. Die Frage die mich bewegt ist die Quintessenz des Verses 9, und der aufopferungsvolle Dienst an unserem Nächsten.
Grundsätzlich ermutigt uns das Wort Gottes „Gutes zu tun“, aufgrund des Glaubens „an das Gute“, auch wenn es nicht sichtbar ist oder das Gegenteil der Fall ist, und es erst zu einem Prozess des Reifens kommen muß, um es durchbrechen zu lassen. (nicht aufhören … zu lernen)
Die grundsätzliche Frage die sich mir hier auftut, ist der Aspekt des miteinander. So wie wir und jetzt und hier dem Wort bedienen, und es uns dient, brauchen wir aneinander, und helfen uns gegenseitig Gottes Reich in uns effektiv werden zu lassen.
a) Der Bibeltexte ruft uns auf „Gutes zu tun“.
b) Quasi ein Bestimmung, einfach “Gutes zu tun”.
c) Und das nicht nur ab und zu einmal, sondern ständig.
Ständig bedeutet mehr als immer, und es ist klar, daß jedermann irgendwann Erholung braucht. Beständig ist vielleicht das bessere Wort, und bedeutet so viel wie, „es nie satt haben“ ständig Gutes tun zu müssen. Oder in Andere zu investieren ohne dabei im Vordergrund zu stehen und selbst zu kurz zu kommen.
Frage: Hast du dich in den Osterferien gut erholt? Erholt von deinem Zimmernachbarn oder deinen Lehrern, den lästigen Aufgaben auf der Schule, und die Bereitschaft immer geben zu müssen? Schau doch mal in die Augen deines Nachbarn, und sag einfach, ich bin hier um dir zu Gutes zu tun, dir zu dienen.
2. „Ohne Unterlass“ ist mehr als nur Gutes tun (v. 9)
Der Bibeltext gibt uns aber nicht nur den Auftrag zu investieren, zu säen und dran zu bleiben, sondern ermutigt uns auch, daß wir ernten werden, wenn wir nicht aufgeben, beständig weiter machen und dran bleiben.
2.1. Aspekt der Wiederherstellung
Die Exegeten uns werden jetzt wahrscheinlich anmerken, daß es im Kontext doch um die Ermahnung und die Wiederherstellung von in Sünde gefallenen Gläubigen geht. Das ist korrekt. Und um diesen Aspekt der “Wiederherstellung“, im Sinne von Motivation, geht es mir auch Heute.
Frage: Wieso, kommst du jetzt auf den Punkt der Wiederherstellung, wenn es dir vorher um das Gute tun, und daß ohne Unterlass?
Die Frage die sich hier grundsätzlich stellt, ist warum wir daß tun, was wir tun? Oder warum tue ich das was ich tue, oder bin ich hier auf der Bibelschule und investiere in etwas? Doch wohl weil ich daran glaube, und weiß das es einem Guten Zweck dient!
2.2. Ziel die Wiederherstellung (v. 1)
In der Fußnote der brasilianischen Version der „The Ryrie Study Bible“ wird der erste Vers folgendermaßen interpretiert:
„wenn jemand in einem Fehltritt überrascht und erfasst (festgenommen) wird.“ „Mit der Flasche am Hals“.[1]
Das Ziel dieses Abschnittes ist es ohne Frage, einen gefallenen Menschen wiederherzustellen.
Aber da der Text weitergeht, und der Kontext einiges über den Wandel und den Charakter eines Gläubigen aussagt, geht es nicht grundsätzlich um den Splitter im Auge unseres Nächsten[2], sondern vielmehr um die Verantwortung füreinander Sorge zu tragen. Aus seinen eigenen Fehlern zu lernen, anderen eine Stütze zu sein und die Hilfe anderer in Anspruch zu nehmen.
3. Mittel und Wege
Um das Ziel der Wiederherstellung zu erreichen, sind Mittel und Wege nötig, um nicht immer den gleichen Fehler zu machen, und aus dem Teufelskreis der Verstrickungen der Sünde herauszukommen. (Hebräer 12:1-2) Vielleicht kann man es mit dem Wort Restaurieren besser beschreiben, oder aus dem griechischen übertragen folgendermaßen ausdrücken: „jemanden in Ordnung oder wieder zurecht bringen.“ Übrigens ein Imperativ, der keinen Zweifel offen läßt.
· Der Weg ist der Glaube an das Gute.
· Das Mittel die Korrektur und die Ermahnung.
Beides gepaart mit einer großen Portion von Glauben und Vertrauen in Gottes Möglichkeiten kann großartiges, im Zusammenhang mit den Verfehlungen meines Nächsten, bewirken.
Das Gegenteil von Angst ist nicht Mut, sondern Vertrauen. (Hb 10.35+36, 11.1+6, Joh 16.33)
Bsp.
· Drogenabhängige glauben nicht mehr an sich selbst und Vertrauen keinem mehr.
· Gibt es noch eine Gerechtigkeit, geschweige denn einen gerechten Gott?
· Sprichwort: „Mit Erwachsenen schimpft man nicht.“
· Marios Escapaden, e Valentims Ausreden.
3.1. Eine Frage der Motivation
Aber die Frage ist nicht, ob wir Mäuschen spielen sollen, oder uns als Leiter wie die Gemeindepolizei aufspielen müssen, sondern die Motivation die dahinter stecken sollte um dem anderen zu helfen, oder sich helfen zu lassen. Nämlich die Liebe, die erste Frucht des Geistes. (Gl 5.22)
„Haltet Frieden untereinander! Weist die unordentlichen zurecht, tröstet die Kleinmütigen, nehmt euch der Schwachen an, seid langmütig gegen alle! Seht zu, daß niemand einem anderen Böses mit Bösem vergelte, sondern strebt allezeit dem Guten nach gegeneinander und gegen alle. (1 Thess 5.13-15)
3.2. Der Glaube an das Gute bewegt uns
a) Anderen zu helfen
b) Uns selbst helfen zu lassen
Nicht die Korrektur an sich bewegt uns dem Anderen zu helfen sich zu ändern, sondern der Glaube an das Gute in ihm. Und es muß getan werden. Der gute Same muß ausgestreut und immer wieder, im Leben unseres Nächsten investieren werden. Sei es das wir einer harten Person helfen wollen auf die Beine zu kommen, jemanden zu Jesus führen, mit uns selbst ins Reine kommen, oder eine schwierige Situation lösen müssen. müssen. Alles braucht seine Zeit.
Besser das Ende (Ausgang) einer Sache als ihr Anfang; besser der Langmütige als der Hochmütige. (Prediger 7:8)
Am meisten Zeit braucht es nicht immer die Anderen, sondern mich selbst und meine Einstellung zu gewissen Dingen zu ändern. Aber Gott gebraucht Andere um auch mit mir und ich mit ihm und ihnen besser klar zu kommen.
Das bedeutet nicht, daß wir keine Erholungspausen brauchen, da der Abrieb oft sehr groß ist. Sollten aber das Ziel nicht aus den Augen verlieren, für daß sich jeder Einsatz lohnt.
Bsp.
· Bücherei in Pias, globales und lokales denken. Nicht auf mein Recht gepocht, weil die Schwester noch nicht so weit war, einen Streit verloren, aber eine Schwester gewonnen.
· Dicke Frau die sich mit einem Stück Kuchen in der Hand in Serpa, über ihren Mann mit zu hohem Cholesterinspiegel und Diabestes beschwerte.
Warum bist du hier? Um eine theologische Ausbildung zu machen, einen akademischen Grad zu erlangen, eine Position zu erklimmen, oder um Anderen zu dienen.
Vielleicht bist du auch mit allem Elan gestartet hast aber festgestellt, dass alles nicht so einfach ist, und der Umgang mit Menschen viel mehr bedeutet als eine Berufung zu haben, und Gott wird es schon machen.
Vielleicht dachtest du, du wirst die Welt verändern, und ich sage dir, ich glaube an dich, doch nicht wie wir es und vorstellen, sondern auf Gottes Wegen, denn er fängt an zuerst und zu verwandeln.
Bsp.
· Fischer warfen auf sein Geheiß die Netze aus.
· Mose und die eherne Schlange.
· Dreamteam in Serpa und Moura.
4. Als Geistliche, geistlich reagieren (Gl 6.7-9)
Niemand erwarte das jedermann perfekt ist, nur Jesus war es, aber was wir erwarten könne ist das Gott uns hilft, es besser zu machen.
4.1. Aspekt der Gene
Ein Aspekt kommt dabei sehr zum Tragen, der Aspekt der Gene. (Rm 3.23 u. 1 Pe 2.9)
Auf der einen Seite steht die Unvollkommenheit der sündhaften Natur des Menschen in Römer 3.23. Auf der anderen Seite besteht Petrus darauf uns als
· „auserwähltes Geschlecht,
· königliches Priestertum,
· heilige Nation,
· sein Volk“ zu bezeichnen
der uns „aus der Finsternis zu seinem Licht berufen hat, um Gottes Tugenden zu verkündigen.
Am meisten habe ich mit meiner Unvollkommenheit zu kämpfen. Wahrscheinlich auch Petrus?! (Joh 21) und vielleicht auch du?
Gott hat dich dazu berufen sein Bote zu sein. Das gute Werk das er in dir angefangen hat, will er auch zu Ende bringen. (Fp 1:6) Vertraue ihm nur, und mach einfach weiter im Glauben an das Gute in dir und an Anderen. Wenn du nicht nachlässt, dich und andere nicht aufgibst, nicht locker lässt, wenn du nicht ermattest wird die Ernte groß sein.
Bsp. Fitness
[1] A Bíblia Anotada, pp 1479
[2] Mt 7.3, Lk 6.41
Hoje em dia, ninguém quer ser normal.
Ser normal não chega para se distinguir. Todos querem ser diferentes e o sucesso, hoje em dia, depende muito da desigualdade e do ser diferente aos outros. Jesus também não era normal. E ser cristão também não é normal. Ou vamos a dizer, praticar a sua fé e obter resultados não é a norma. Por isso, alguém que acredita e age conforme a sua fé não é normal, não pensa como os outros, não se conforma com o habitual e vive uma vida mais radical.
Jesus não era normal.
Todo que Ele fez era fora do vulgar. Ele marcou uma geração como mais ninguém através da maneira como a tratou. Jesus era mesmo diferente, distinguiu-se e resolveu mostrar, que há sempre uma outra maneira de ver e encarar todo e mais alguma coisa, quanto a vida nos da. Por que? Simplesmente porque os seus valores eram diferentes.
Esse facto revela-se logo a partida, quando Ele fala sobre o maior dos mandamentos, o amor.
„Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.“ (João 3:16)
É de facto uma afirmação radical, e Jesus não somente a declarou, como também a manifestou.
Jesus era mesmo radical.
E o seu carácter distinguiu-o devido aos valores praticados. Ele marcou a diferença, porque envolveu outras qualidades, não tinham nada de a ver com o que era comum. Ele trocou o trivial com o especial e demonstrou, que nada é como é e não precisa permanecer como era.
E tu?
Queres ficar na história ou passar o resto da tua vida a sonhar. Põe em prática o que tu sabes, e vais ver que da para te transformar, e para influenciar o mundo a tua volta. Como um pouco de luz chega para iluminar a escuridão, um pouco de Jesus em ti é o suficiente para revolucionar a tua vida e mudar tudo ao teu redor. Experimente e vais ver.
Valores e carácter distinguiram Jesus.
Coisa que hoje em dia é chamado excêntrico, e revela-se na norma somente pela parte negativa. Ou como uma vez alguém disse num filme. „Sei milhares de maneira para acabar com uma vida, mas nenhuma para devolvê-la.“ Desses valores quero falar, começando com o mais sublimo, o amor.
Jesus é o amor.
Embora Jesus ter falado do amor, manifestou o próprio afecto numa forma radical ao mundo, deixando sua glória em favor de todas as pessoas sobre a face da terra.
„E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigénito do Pai.“ (João 1:14)
Se alguém tem dúvidas, que Jesus não deixou tudo, tem de olhar para a sua forma especial de fazer conhecer esse amor. Em exclusivo e real „[…] conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; […].“ (1 João 3:16) O seu próprio sacrifício era o recurso para saber, que Jesus levou a sério o que disse. Mas a razão foi mais além da prova do amor. Deus não se precisa afirmar. O motivo foi a redenção dos pecados. Mais, a salvação do pecador.
„Mas Deus prova o seu próprio amor para connosco, pelo facto de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.“ (Romanos 5:8)
Espero que esse amor te atingiu, e se ainda não, é tempo para a receber e viver por ela. Aliás, a segunda parte de 1 João 3:16 fala da mesma atitude, como um padrão na nossa vida para revelar esse amor através da nossa vida. Não como uma obrigação ou uma tarefa imputada, mas naturalmente através do que foi „derramada em nossos corações pelo Espírito Santo, […].“ (Romanos 5:5)
Grande realidade. Com a prova do amor, a salvação, Deus nos deu parte da sua natureza ao nosso coração. 2 de Timóteo 1:7 explica esta verdade como um dom, contrariando o que o homem natural nunca pode obter.
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Poder em vês de temor.
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Amor em vez de medo.
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Moderação em vez de tremor.
Jesus, o grande modelo de valores e padrões, desenvolve com razão a concepção do novo „mandamento“ em João 13:34 e 35. A ideia é de seguir ao seu exemplo. Não aos maus do mundo, nem as desilusão e frustrações humanas, mas ao do „novo mandamento.“ „[…] assim como“ Cristo nos amou, devemo-nos amar uns aos outros. Esse amor é o argumento mais forte e o mais sério possível a favor da fé cristã, capaz de conquistar o mais brutal pecador.
“Porque o filho do homem veio buscar e salvar o perdido.” (Lucas 19:10)![]()
Nada está tão certa, como a questão da salvação na bíblia. Quem não está salva, está perdido, e ter falhado ao alvo para qual Deus o criou. Quem participa numa prova de tiro ao prato por exemplo sabe, que só passa quando acerta no número máximo de pratos.
Quanto a salvação, ela não é uma questão de sorte, mas da escolha feita por nós. Em João 1 no versículo 12 fala a bíblia sobre o poder da escolha enquanto cremos em Jesus e o recebemos como nosso Salvador. Essa palavra revela um direito conforme a atitude daquele que crê ou não no nome de Jesus. Mas também fala do objectivo de se tornar num verdadeiro filho de Deus. Crer significa uma actividade continua, uma dedicação progressiva na e a obra redentora de Jesus. Por este motivo, João emprega o verbo crer e não o substantivo fé. Trata-se de uma entregue ou consagração total de toda a minha vida a Ele.
Infelizmente nem todos acertam nessa escolha e se perdem nas consequências das suas atitudes tomadas em relação de Deus. Segue-se como um exemplo o texto bíblico em Marcos 10:17-22.
“E pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E Jesus lhe disse: Porque me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus. Tu sabes os mandamentos: Não adúlteras; não matarás; não furtarás; não dirás falsos testemunhos; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe. Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, e vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. Mas ele, contrariado com essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.
Que Deus tenha misericórdia de nós!
FÉ APROVADO E MANIFESTADO NO COTIDIANO – No exemplo do livro de Tiago –
1. Introdução (Tiago 1:1)
Texto Bíblico: Tiago 1:1-4
“Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que andam dispersas: saúde.”
Tiago, meio irmão de Jesus escreveu esta carta aos crentes que viviam fora de Israel. È bem provável, que ele como Pastor da igreja de Jerusalém, mandava estas palavras aos crentes que foram dispersos pela perseguição que houve em Jerusalém.
“… E fez-se, naquele dia, uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e da Samaria, …” (Atos 8:1)
Fazendo uma análise do livro de Tiago, não quero nos explicar como devemos de fazer, mas descobrir dentro de nós, como e que Deus nos pode ajudar para subsistir na selva da vida. A questão deste livra não é o cumprimento de regras para sobreviver como cristão. A carta de Tiago tem de a ver com um processo de encontrar, com a ajuda de Deus, formas dentro de nós para resistir as tentações, as más inclinações e enfim aos ataques de Satanás. O objectivo dele é de desviar a cada crente em Jesus da sua nova vida e do propósito para cada um de nós.
Galileu Galilei disse uma vez: “Você não pode ensinar um homem, você pode apenas ajudá-lo a descobrir em si mesmo.”
O remédio contra os “embaraços” da vida é muito simples mas eficaz, e revela-se na palavra de Deus em Hebreus 12:2 no “olhar para Jesus, autor e consumador da nossa fé,” e em João 15:5 no “estar em Jesus, como a vara está na videira para dar muito fruto.”
2. Firmeza nas provações (Tiago 1:2-4)
“Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem falta em coisa alguma.”
Falando da fé genuína em Jesus, a palavra de Deus não esconde a realidade de tentações, provocadas pelo mundo e de Satanás.
“Bem-aventurados os que sofrem perseguições por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; …” (Mateus 5:10-12)
“Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim. …” (João 15:18-20)
Essas tentações são um assalto a nossa fé em Jesus, e nos querem desviar do propósito que Deus tem para cada um de nós.
A palavra “tentação” no nosso contexto vem do termo grego: Πειρασμός = Peirasmos (pi-ras-mos) e significa “ser posto a prova ou ser testado,” experimentando o bem e fazer experiencias com o mal. É um exame a nossa fé e confiança em Jesus, que solicita uma reacção em nós provocada pelas circunstâncias em que somos desafiados fazendo o bem ou o mal.
Passar por “várias tentações,” não significa automaticamente que temos de cair, sendo isso uma ma interpretação da palavra de Deus e uma desculpa para quem não quer lutar contra os desejos do mal. Passar por ela significa passar por um teste, cujo resultado para o crente em Jesus é por norma a vitória sobre as concupiscências, mas depende da atitude que tomamos. A vitória como a derrota não são nenhum automatismo, mas revelam a maneira como defrontamos essas provações. Atrás de cada tentação existe também uma oportunidade para revelar a postura do nosso coração. Paulo nos declarou com razão “mais do que vencedores, naquele que nos amou” no meio da tribulação. (Romanos 8:37)
2.1. Resistência nas tentações
O que temos de fazer, é levar estas aflições com uma porção de coragem e alegria (Mateus 5:11) para enfrentar as provações. Alias, o próprio Jesus foi tentado, como vemos em Marcos 1:12-13 e Mateus 4:1-11.
“E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás.”
Esse acontecimento no ministério de Jesus foi uma tentativa de o desviar da vontade e do propósito de Deus e da obediência a sua palavra. O mesmo pode acontecer connosco. Não total igual, mas na mesma forma para nos desviar da nossa fé e confiança em Jesus, da salvação e da vontade e do propósito de Deus para a nossa vida.
Mas como Jesus resistiu, podemo-nos ficar firmes e resistir também. Como? Proclamando e empregando a palavra de Deus a nossa vida. Conforme que Jesus usou a palavra de Deus para resistir as provocações de Satanás, nós nos podemos também basear na bíblia para enfrentar a tentativa de nos desviar da nossa nova vida com Jesus.
“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. (João 15:7)
“Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. (Tiago 4:7)
2.2. Constância na fé (Tiago 1:3-4)
“Sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem falta em alguma coisa.”
Enfrentando provações não é algo fora do normal, antes ao contrário, é a norma que quem segue a Jesus é alvo dos ataques de satanás para nos afastar do propósito e da presença de Deus na nossa vida. Jesus diria o mesmo, e usa a expressão “aflições causadas pelo mundo” para descrever a luta que estamos a travar. Mas no mesmo modo Ele alerta-nos pela realidade da vida e do mundo, e revela-nos o segredo sobre o mal.
“Tenho vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações, mas tendes bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16:33)
Sinceramente não é fácil compreender o porque desta coisa das aflições causadas pelo teste da nossa fé, e porque é que nós temos de passar por isso. Mas algum objectivo terá. Alias, o texto em Tiago 1:3-4 revela-nos o produto ou o objectivo do teste da nossa fé. Aparentemente a paciência, mas isso está só em segundo plano ou é o ingresso para o resultado final. O aperfeiçoamento da nossa vida na plenitude do Senhor.
Enfrentando provações, não significa que Deus não está connosco. As aflições nunca são um sinal de que Deus está insatisfeito connosco.
Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta.” (Tiago 1:13)
Elas são uma prova de que Satanás reconhece a nossa dedicação a Deus e teme a nossa firmeza no Senhor e servem para o desenvolvimento da nossa confiança no Senhor. O resultado da experiência de passar por elas com perseverança é uma vida cristã mais completa ou madura como Jesus nos ensinou em João 16:33.
Aliás, a evidência da nossa fé somente pode ser comprovado, sendo ela confrontado com desafios e oposição a nossa confiança em Jesus e no seu poder.
“Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Hebreus 10:35-36)
Todos nós temos algo para alcançar na vida, e muito mais ainda da parte de Deus. Deus nos quer levar a um estado mais firme e forte na nossa caminhada com Ele neste mundo e nos levar a um estado mais maduro em relação da ameaças de Satanás.
Baseado num relacionamento com Deus através de Jesus, empenhamos na nossa fé. Aperfeiçoando e complementando a nossa vida cristã numa sincera dedicação a Deus e em obediência ao seus ensinamentos.
2.3. Fim
2.3.1. Exemplo: o desenvolvimento de uma peça de fruta.
2.3.2. A bênção da oração sem resposta.
A mais ou menos cem anos atrás escreveu um soldado desconhecido no seu diário:
“Eu pedi Deus para me dar força, mas ele me fez fraco, para aprender humildade e modéstia.
Pedi a sua ajuda, para fazer grandes coisas, mas ele me tornou tímido, para fazer boas obras.
Pedi-lhe para me dar riquezas, para viver satisfeito, mas ele me fez pobre, para alcançar sabedoria. (Salmo 37:25)
Não recebi nada daquilo, que lhe pedi, mas tudo que tinha esperado.
Contra mim foram respondidas as minhas orações. (2 Coríntios 6:10)
Eu sou dentro de todas as pessoas um homem abençoado.” (Salmo 37:4, 127:2)























